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Sumaré: Apae e Pestalozzi querem ampliar convênios 04/04/2003 - Imprensa -A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e a Sociedade Pestalozzi de Sumaré, que atendem portadores de necessidades especiais, querem ampliar o convênio com o governo federal para poderem oferecer, principalmente, cursos profissionalizantes às pessoas assistidas. Representantes das duas entidades recorreram ao deputado estadual Vanderlei Macris para intermediar o assunto. Ontem(03) o deputado Macris, Roselena Banzam Palioto, presidente do Conselho deliberativo da Apae; Maria Encarnação, diretora da escola de educação especial da Apae; Maria Estela Scrocca Menuzzo, diretora da Sociedade Pestalozzi, Maria Gorete de Camargo Funer, supervisora de serviço Social também da Pestalozzi, e a assessora do deputado Macris, Cristina Carrara, estiveram reunidos com a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Maria Helena Guimarães Castro.
O encontro foi agendado pelo deputado Macris para que as entidades pudessem apresentar o projeto de ampliação do convênio à secretária de Assistência e Desenvolvimento Social . O convênio federal mantido com as entidades de Sumaré é o SAC/PPD (Serviço de Ação Continuada para Pessoas Portadoras de Deficiência). O pedido é encaminhado ao governo federal pela secretaria estadual que também faz uma avaliação do projeto e dá seu parecer.
O convênio em vigor atende 192 pessoas na Apae para meio período e 80 na Fundação Pestalozzi também para meio período. A proposta apresentada pelas entidades é aumentar as vagas conveniadas para 42, período integral, na Apae e 35, também período integral, na Pestalozzi. A Pestalozzi reivindica ainda o acréscimo de 25 vagas para meio período.
Segundo Roselena, representante da Apae, o convênio SAC/PPA repassa R$ 45,00 por aluno para as vagas meio período. Para as vagas em tempo integral o repasse é de R$ 90,00 por aluno. “Pretendemos aumentar as vagas em tempo integral e para isso contamos com os recursos do convênio”, explica. Com a ampliação dos convênios as duas entidades terão condições de oferecer cursos profissionalizantes aos adolescentes matriculados. Segundo Cristina Carrara, que acompanha o trabalho das entidades, “com mais recursos a Apae e a Pestalozzi poderão ministrar cursos profissionalizantes em período integral. Dessa forma, estarão oferecendo aos portadores de necessidades especiais condições de inserção no mercado de trabalho”.
Fonte:Ivone de Menezes – Assessora de Imprensa

