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    1. Macris protocola primeira CPI da atual legislatura na Câmara
      09/02/2011 - Imprensa -

      CPI investigará o alcoolismo no Brasil no Brasil. Vanderlei Macris alega que caso no país tem se mostrado alarmante

      Nesta terça-feira (8), o deputado Federal Vanderlei Macris (PSDB-SP) conseguiu as assinaturas necessárias para a instalação da primeira Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na 54ª Legislatura da Câmara dos Deputados. A CPI tem como foco investigar “as causas e consequências do consumo abusivo de álcool entre cidadãos brasileiros”, especialmente as razões que determinaram o aumento do consumo da substância nos últimos cinco anos.

      De acordo com Vanderlei Macris, o brasileiro tem consumido bebida alcoólica cada vez mais cedo. “As crianças e os jovens bebem precocemente, muitas vezes com a conivência dos pais ou familiares que oferecem a bebida.” Ainda segundo ele, quando os responsáveis são cúmplices, as crianças ingerem bebidas sem culpa e não se dão conta de que estão se viciando.

      O parlamentar ainda destaca que o consumo abusivo de álcool tem motivado o aumento da criminalidade no Brasil e falta conhecimento e controle sobre o assunto. “Boa parte das brigas e conflitos que vemos nas ruas tem a bebida como fator importante de motivação. Os acidentes de automóveis e os desajustes familiares também são primordialmente ocasionados pelo álcool”, alerta Vanderlei Macris.

      CPI do Alcoolismo

      O deputado Federal Vanderlei Macris conseguiu 23 assinaturas a mais do que as 171 – total 194 – necessárias para a implantação da CPI na Câmara dos Deputados. Parlamentares de todos os partidos firmaram apoiamento.

      “O tema é apartidário e precisamos conhecê-lo a fundo. Inclusive a Organização Mundial da Saúde realizará um fórum em maio, em Brasília, para debater as estratégias para a redução dos danos provocados pelo álcool no Brasil”.

      Macris ainda ressalta que o Congresso Nacional “deve e precisa” centralizar documentos e informações de todo o país sobre alcoolismo, bem como chamar as universidades, especialistas, governos e ONGs para criar um debate mais amplo. Um banco de dados também deve ser construído para, ao final, respaldar políticas públicas que contribuam para diminuir “os efeitos deste mal, desta droga lícita na sociedade”.

       

      Fonte:Assessoria de Imprensa